segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

BANGU A. C. 1x1 A. A. PORTUGUESA

CAMPEONATO CARIOCA PROFISSIONAL SÉRIE ESPECIAL SUB-15 2011

Semifinal (ida)

Jogos

Data Horário Dia Mandante Score Visitante Estádio
11/set 15:00 Dom Bangu 1x1 Portuguesa Moça Bonita
11/set 15:00 Dom Americano 0x1 América Godofredo Cruz




Escalação:

1 – Lucas Gideão; 2 – Igor Clemente, 3 – Felipe Marinho, 5 – Ricardo Monsores e 6 – Lucas Senna; 4 – Igor Santana, 9 – Bruno Nunes, 8 – Wilson Martins e 7 – Jonathan William; 10 – Marlon Henrique e 11 – Welison Ferreira.

12 – Marlon Mendonça, 13 – Carlos Roberto, 14 – Lucas Barreto, 15 – Renato Modesto, 16 – Vitor Alves, 17 – Lucas Teixeira e 18 – Leonardo Fernandes.

S. A.: André Luiz, Danrley Xavier e Manzambi Manuel.

Sobre o jogo

Em uma tarde nublada, com forte ameaça de chuva, visitamos o histórico estádio de Moça Bonita para enfrentar os donos da casa, o Bangu A. C..

Até o presente momento, vínhamos atuando num constante G-4-2-1-3, por vezes, num G-4-2-3-1, em geral, derivávamos entre sistemas variáveis da plataforma de jogo G-4-3-3. Porém, devido a circunstancia, tivemos de trabalhar em cima de outro sistema de jogo, sistema este que utilizamos bem no decorrer da competição, variando sempre dentro de algumas partidas, só que agora, começaríamos jogando em cima dele, o G-4-4-2.



No início do jogo, devido ao forte nervosismo e a pressão que o clima do jogo exerceu nossos atletas não estavam conseguindo atuar de forma coesa dentro do campo de jogo. Por vários momentos, sofremos perigo de gol. Nosso goleiro Lucas Gideão vinha se destacando, fechando a baliza.

Sabíamos da dificuldade que iríamos encontrar enfrentando o Bangu fora de casa, porém, não estávamos contando em jogar contra um grupo bem forte, de alto índice técnico, principalmente no meio de campo, vale destacar aqui a postura de jogo e a desenvoltura técnica de alguns jogadores da equipe do Bangu: o número 8, Moisés e o número 10, Rodrigo, este, autor de um belíssimo gol chutando a bola ainda no ar, de primeira, no ângulo, sem chances para o nosso arqueiro Lucas Gideão. Enfim, ambos, jogadores de qualidade refinada que dominaram por completo todas as ações de jogo na primeira etapa.

No segundo tempo, a história mudou. Despertamos para o jogo com algumas alterações realizadas no intervalo de jogo. Nosso setor esquerdo foi o verdadeiro “caminho das pedras” do Bangu no primeiro tempo.



Por este setor, a equipe da zona oeste carioca criou as melhores oportunidades de gol no primeiro tempo. Mas com a entrada de Renato Modesto, que tem como função a lateral direita, cumpriu e bem o setor, sendo um dos destaques do jogo pela sua grande atuação no segundo tempo.

Com a entrada de Renato Modesto na lateral esquerda, mais a saída de Bruno Nunes, que estava desatento e não vinha fazendo um bom jogo e com isso, deu lugar ao meia armador Lucas Teixeira, que colaborou e muito com a mudança do panorama do jogo na segunda etapa.

Passamos a neutralizar todas as investidas ofensivas do Bangu, reduzimos os espaços, apertando a marcação, subindo a primeira linha de quatro do meio de campo para frente, no campo de jogo do adversário, um risco que tínhamos que correr se quiséssemos empatar o jogo e levar essa vantagem para casa no segundo jogo.



E com este pensamento de jogo, ofensivo, de agredir o adversário com uma forte pressão no seu próprio campo de jogo, de certa forma, contrariou alguns que estavam assistindo a partida nas arquibancadas (e isso veio à tona depois na resenha pós-jogo), conseguimos buscar o empate.



Após um excelente lançamento do meia que acabara de entrar, Lucas Teixeira para a corrida e finalização com frieza do estreante Marlon Henrique, que após receber a bola, dominou e tocou de leve, por cima do goleiro adversário, o empate merecido, não pelo primeiro tempo, mas pela brilhante segunda etapa, 1x1 e a garantia de saber que com qualquer resultado de vitória, estaríamos classificados para tão sonhada final.

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