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segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
AMÉRICA F. C. 3x2 A. A. PORTUGUESA
CAMPEONATO CARIOCA PROFISSIONAL SÉRIE ESPECIAL SUB-15 2011
FINAL (Jogo de volta)
Data Horário Dia Mandante Score Visitante Estádio
25/set 09:00 Dom Portuguesa 1x0 América Luso Brasileiro
02/out 09:00 Dom America 3x2 Portuguesa Édson Passos

Escalação:
1 – Lucas Gideão; 2 – Igor Clemente, 3 – Felipe Marinho, 5 – Ricardo Monsores e 6 – Renato Modesto; 4 – Igor Santana, 8 – Wilson Martins, 7 – Jonathan William e 9 – Lucas Teixeira, 10 – Leandro Braga e 11 – Welison Ferreira.
12 – Marlon Mendonça, 13 – Carlos Roberto, 14 – Bruno Nunes, 15 – Marlon Henrique, 16 – Lucas Senna, 17 – Vitor Alves e 18 – Leonardo Fernandes.
S. A.: Rafael Souza, Lucas Barreto, Danrley Xavier e Manzambi Manuel.
Sobre o jogo
Foram oito meses a frente da categoria SUB-15, destes oito meses, seis meses de intensidade máxima no Campeonato Carioca SUB-15, vivendo este evento praticamente 24 horas por dia.
No início do trabalho, passamos por momentos de dúvidas e incertezas, sobre o nosso futuro dentro da competição, como e até onde iríamos chegar, se ficaríamos em último, se pelo menos iríamos conseguir chegar na metade da tabela, ficando a frente dos últimos colocados, porém, abaixo dos líderes, enfim, no início do nosso trabalho, a verdade é que poucos acreditavam que o nosso grupo estava partindo para uma conquista inédita na história do clube.
Usamos este sentimento de dúvida a nosso favor desde o início da competição, mostramos jogo após jogo, dia após dia que estávamos trabalhando de maneira séria, valorizando o suor derramado, honrando o nosso compromisso, do início ao fim.
A preparação para este grande jogo começou muito antes dele existir, no decorrer da competição, crescemos e passamos a ser observados pelos nossos adversários de outra forma, conquistamos o respeito deles dentro de campo, impondo o nosso futebol e de certa forma, no transcorrer da nossa campanha, vimos que tínhamos uma chance real de pensar e sonhar mais alto, subindo degrau por degrau, fomos aos poucos chegando no ponto mais elevado.
Na semana que antecedeu a esta decisão, buscamos fortalecer o lado psicológico da equipe, trabalhar o emocional dos jogadores a fim de diminuir a pressão que a esfera do pré-jogo estava oferecendo a todos nós.
Realizamos trabalhos cooperativos, evitamos ao máximo intensificar os trabalhos de competição, tarefas que acirrassem ainda mais os nervos dos jogadores. Ajustamos algumas coisas, mas demos ênfase nas cobranças de bola parada, aspecto fundamental que decidiu e vem decidindo muitas partidas, principalmente jogos de decisão, seja na base, seja no profissional.
Na Sexta-feira, último dia de treino da semana, fizemos um jogo lúdico onde a comissão técnica enfrentou os jogadores, um “rachão” bem descontraído sem preocupações com resultado, sem pressões.
Ao final do “rachão”, reunimos toda comissão técnica e completamos uma palestra com todos os jogadores, antes de lançar a convocação para o jogo final. Conversamos mais uma vez de uma maneira global, mas ao mesmo tempo, específica sobre todas as circunstâncias de um jogo decisivo, fatores primordiais, que definem uma partida decisiva, os chamados detalhes em campo, mas também extra-campo que de certa forma, acarretam o desempenho de uma equipe dentro de campo.
Fiz duas propostas para todos os jogadores durante a resenha pós “rachão”, a primeira foi que em caso de título, eu iria passar a máquina nº 2 no cabelo, ficando careca, logo após o jogo, no campo do América. A segunda foi mais que uma proposta, foi um pedido pessoal. Pedi aos jogadores que, independentemente da sua religião ou seguimento de fé, que fossemos a uma missa na Igreja de Nossa Senhora de Fátima, que fica ao lado do clube, no Sábado, véspera do jogo. Todos aceitaram e marcamos a concentração para às 16:00h e não às 18:00h, como fora na semana anterior.
No Sábado, eu e todos os jogadores fomos a missa, conforme o trato feito no dia anterior, levamos os uniformes que seriam utilizados no jogo para que o Padre pudesse dar a benção de Deus sobre tudo e todos. Rezamos intensamente e naquele momento, percebi que seríamos os campeões. A equipe estava disposta a se entregar e fazer de tudo para isso acontecer. A união em Cristo, reunindo todos os jogadores, de diferentes religiões, foi algo magnífico. A força do grupo ficou mais do que em evidência, havíamos constituído uma família e não somente um grupo de jogadores de futebol.
Voltamos para o clube e assistimos a mais um filme, a fim de motivar e concentrá-los ainda mais para o grande jogo do dia seguinte diante do América. O filme escolhido desta vez foi “A Gangue Está Em Campo”. Um filme que retrata a história de um grupo de jovens detentos que cometeram delitos e crimes no Estado de Los Angeles nos Estados Unidos, todos estavam detidos em uma penitenciária para menores, onde um instrutor e ex-jogador de Futebol Americano teve a idéia de formar um time (os “Mustangs”) para competir em um evento amador na Liga de Futebol Americano de Los Angeles.
Um filme que retrata basicamente tudo o que passamos ao longo do ano dentro do clube. Jogadores de comunidades carentes, com sonhos, chegam desacreditados para mais uma temporada, alguns, acostumados com o fracasso, mas aos poucos, trabalhando forte, com muita disciplina, vão conquistando as vitórias e juntos, com respeito as diferenças de cultura e comportamento, adquirem uma união, formando uma família.
Acordamos cedo, tomamos o café da manhã e partimos para o jogo. Chegando em Édson Passos, observamos que a partida já havia começado antes mesmo de entrar em campo e ver o árbitro apitando.
Esperamos cerca de 30 minutos de pé, em frente ao vestiário trancado e ninguém do clube tinha a chave para poder abrir a porta. Pedimos para alguns funcionários do clube para que tomassem alguma providência, pois, estava chegando a hora do jogo e não teríamos o tempo de aquecimento e preleção adequados para os jogadores.
Depois de tanto esperar, conseguiram abrir a porta do vestiário e assim, conseguimos realizar a preleção e depois, aquecer a equipe de maneira apropriada, conforme o planejado.
Elaboramos um vídeo próprio para o momento, mostrando toda a campanha do grupo dentro do campeonato, mais alguns itens motivacionais incluídos no vídeo. Após o vídeo, presenciamos um sentimento forte de vitória, um desejo unânime dentro da família lusitana do sub-15 em ser campeão!
Fomos para o jogo sob forte pressão da torcida adversária, que ficou alocada acima do nosso vestiário, atrás do nosso banco. Ouvimos e vimos de tudo. Pais exaltados, que ofenderam e fizeram diversas agressões verbais para nós da comissão e para os nossos jogadores. Nada que fosse superior ao nosso desejo de ser campeões!
Diferente da plataforma de jogo adotada para o primeiro jogo da final alteramos o sistema substituindo um atacante por um meia armador, utilizando o G-4-4-2 no losango, que em certos momentos, variava para o G-4-3-3, sistema de jogo que vínhamos utilizando nos jogos desde então.

Com a entrada de Lucas Teixeira no lugar de Marlon Henrique, ganhamos na criação de jogadas, na organização de jogo como um todo, pois, além de armar jogadas, Lucas Teixeira é um jogador útil no ataque, dando suporte na troca com os atacantes, chegando por diversas vezes ao gol adversário.
E com essa disposição tática, abrimos o jogo a todo vapor, pressionando o América, deixando o adversário sem opções de jogada. Criamos algumas boas chances de gol com menos de cinco minutos de jogo. A primeira foi com o próprio Lucas Teixeira, o meia arrancou do meio de campo, conduzindo a bola junto de si, deixando para trás dois adversários antes de chutar com perigo na meta adversária, a bola foi desviada com a ponta dos dedos para escanteio pelo goleiro do América.

Depois deste lance, foi a vez de Welison Ferreira desperdiçar uma ótima chance. Após bela jogada trabalhada pelo setor direito com Igor Clemente e Wilson Martins, a bola chegou nos pés de Leandro Braga, que abriu e foi na risca da grande área, no fundo tocando a bola para trás, Welison Ferreira dominou e chutou fraco, a bola ainda foi no canto, mas foi desviada para escanteio pelo goleiro adversário.

Após este segundo lance claro de gol, conseguimos criar uma boa oportunidade de bola parada, no lado esquerdo em diagonal para a grande área, local do campo onde trabalhávamos de forma intensa nos treinamentos em cobranças de tiro livre. Na cobrança, Jonathan William colocou a bola na cabeça de Ricardo Monsores, que desviou de leve na bola, tirando-a das mãos do goleiro adversário, abrindo o placar, 1x0 Lusa!

Com o gol, a nossa equipe cresceu ainda mais e foi em busca do segundo gol. E tivemos mais uma oportunidade de gol com Leandro Braga, o nosso atacante recebeu ótimo passe de Lucas Teixeira, invadiu a grande área e bateu cruzado para o desvio do goleiro adversário, destaque da partida até o momento.
Na cobrança do escanteio, Ricardo Monsores quase fez o seu segundo gol no jogo, e segundo gol da Lusa também, após desviar de cabeça por cima do gol, tirando tinta do travessão adversário.
Em seguida, veio a parada técnica e aproveitamos a oportunidade para pedir a equipe manter a posse de bola, preferencialmente no campo de jogo do América, valorizar as jogadas mais ríspidas, quando tivéssemos a bola parada.
Voltamos para o jogo e logo no reinício da partida, em uma saída errada pelo setor direito, vimos a equipe encarnada empatar o jogo, 1x1. Este gol serviu para acalorar ainda mais o jogo, a partida ganhou em emoção e as duas equipes passaram a buscar de forma intensiva o gol.
O árbitro apitou o final do primeiro tempo e fomos para o vestiário como campeões e em cima disso, fizemos a preleção. Lembramos a todos os jogadores que a equipe do América faria de tudo para desempatar a partida, eles teriam que se lançar a frente, vir com tudo para cima de nós. E isso poderia ser crucial se conseguíssemos encaixar uma jogada de contra-ataque.
Pedi para o lateral esquerdo Renato Modesto tomar mais cuidado com a parte defensiva, pois, o lateral direito do América (que por sinal, merece um destaque por ser um belo jogador, de qualidade técnica refinada), estava crescendo muito por este setor, criando boas chances de jogadas de ataque nas costas da marcação. Pedi também para o volante Igor Santana fazer a contenção nas subidas do lateral esquerdo Renato Modesto, pois, se o mesmo só se preocupasse com a parte defensiva, a parte ofensiva não seria realizada.
Retornamos para a segunda etapa e vimos a equipe do América crescer ainda mais. Jogamos bem, fazíamos frente, mas a equipe americana veio junto com a sua torcida, que inflamou o estádio, cantando e pressionando a arbitragem, que passou a ser parcial nas jogadas duvidosas, todas eram dadas a favor da equipe do América.
Já estávamos tarimbados com este tipo de situação, pois ao longo do campeonato, passamos por momentos de aperto por parte da arbitragem e isso não seria problema para nós, porém, estávamos em um jogo de decisão, e qualquer fator que servisse, era motivo para desarmar o lado psicológico da equipe.
Passando calma e orientando o grupo, conseguimos controlar o nervosismo com relação às atitudes tomadas pela arbitragem no decorrer da partida.
A nossa equipe voltou ao ataque, criando novas chances de gol, porém, nosso lado esquerdo estava sendo dizimado pelo excelente lateral direito Michael “Rato”. Vendo a situação e sabendo que as orientações não estavam sendo acatadas, não tive escolha senão fazer uma substituição. Chamei o volante Bruno Nunes, que já havia atuado em alguns jogos por este setor para poder parar o lateral direito do América.
Com a entrada de Bruno Nunes, ganhamos no combate e as jogadas por este setor se transferiram para o lado direito, uma vez que o treinador adversário, percebendo a manobra realizada, pediu para o lateral direito Michael “Rato” fazer o meio de campo, atuando livre pelos lados, ora pelo esquerdo, porém, com um maior fluxo pelo lado direito.
Um pouco antes da parada técnica, fomos surpreendidos num lance singular. Provamos do próprio veneno na cobrança de falta pelo mesmo lado do nosso primeiro gol, vimos o mesmo Ricardo Monsores fazer mais um gol, só que dessa vez, contra. Um lance infeliz, numa tentativa de afastar a bola para longe, nosso zagueiro errou a passada e a bola foi desviada para dentro do nosso gol, 2x1 América.
Foi uma pancada que sofremos, no momento em que estávamos melhores na partida, sofrer um gol assim dessa maneira, mexe com o psicológico de qualquer equipe.
Para o nosso bem, logo depois do gol, veio a parada técnica e podemos acalmar os nervos da equipe, que nesse momento, quase perdeu o foco. Conversamos rapidamente e lembramos que ainda tínhamos vinte minutos para empatar e que com o resultado de empate, seríamos campeões.
Nossa equipe voltou mais calma e concentrada. Welison Ferreira demonstrava sinais de cansaço, com isso, fizemos nossa segunda alteração, colocando no jogo Marlon Henrique.
No seu primeiro lance com a bola, Marlon Henrique avançou e serviu um belo passe pra Wilson Martins chutar rente ao travessão adversário.
As chances de gol continuavam surgindo e em um escanteio conseguido depois de um chute cruzado de Lucas Teixeira, Jonathan William cobrou no primeiro poste, Leandro Braga desviou para o segundo poste onde estava Igor Santana, que teve tempo de dominar e chutar de esquerda, no canto direito do goleiro, sem chances, 2x2!
A partida que já era pura emoção ficou ainda mais tensa após a expulsão do número 10 Leonardo. Com um jogador a menos, a equipe americana passou a se defender, atuando de forma compacta, partindo para os contra-ataques quando retomava a posse da bola.
Tivemos duas ótimas chances de definir a partida restando poucos minutos para acabar o jogo, uma com Leandro Braga, que arrancou livre pelo meio de campo, driblando o goleiro mas chutando a bola para fora, a outra foi uma cabeçada no canto esquerdo do goleiro com Marlon Henrique, que aproveitou um belo cruzamento do lateral direito Igor Clemente.
O tempo regulamentar já havia acabado o árbitro da partida, deu um acréscimo completamente exagerado de dez minutos, o jogo previsto para ter dois tempos de quarenta minutos, foi a cinqüenta minutos na segunda etapa.
No último respiro da equipe americana, o excelente lateral direito, que estava atuando como meia fez uma jogada genial, deixando três adversários para trás e com um belo passe, deixou o atacante da sua equipe pronto para finalizar e fazer o terceiro gol do América, 3x2 aos 48 minutos do segundo tempo.

No reinício da partida, ainda tentamos empatar após um excelente lançamento em diagonal de Wilson Martins para Bruno Nunes, que chegou a entrada da grande área como elemento surpresa para finalizar de esquerda, a bola caprichosamente bateu no travessão, quicando dentro do gol, mas o árbitro assistente resolver não conceder o gol, pois segundo o mesmo “o time da Portuguesa não vibrou, eu não validei”, um verdadeiro absurdo cometido por parte da arbitragem.
Com o resultado, teríamos mais uma vez as penalidades pela frente. Treinamos muito as cobranças de pênaltis ao longo da temporada, eu tinha a total confiança na competência dos atletas de linha, quanto no goleiro Lucas Gideão.
Algo inesperado aconteceu quando nós fomos nos reunir para conversar sobre as cobranças das penalidades, nosso goleiro, sempre frio e calmo nesses momentos de pressão, desabou em lágrimas.
Deixei-o chorar bastante e depois o chamei para uma conversa em particular. Primeiro, pedi a ele que limpasse o rosto, depois disso, lembrei-o do quanto era importante ele manter a postura de firmeza, por mais tenso e nervoso ele estivesse, pois o que estava em jogo era um título, um troféu que batalhamos muito para poder conseguir, se fosse pra chorar, que fosse de alegria após as cobranças dos pênaltis que ele defenderia e mais uma vez, nos ajudaria a conseguir um triunfo. E assim ele fez, limpou o rosto, mudou a sua expressão, não demonstrou medo, ao contrário, cresceu e muito na hora das cobranças.
A primeira cobrança do América foi convertida, porém, quase foi defendida pelo nosso goleiro Lucas Gideão. Iniciamos as penalidades cobrando com Ricardo Monsores, que com bastante frieza, colocou a bola no ângulo esquerdo do goleiro.
Pelo lado americano, o lateral esquerdo do time converteu e bem a segunda cobrança, deslocando o nosso goleiro para empatar as penalidades. Nossa segunda cobrança foi convertida também com frieza por Wilson Martins, no ângulo esquerdo do goleiro americano, que sequer saiu do lugar, 2x2.
A terceira cobrança americana foi feita por um dos dois atacantes que havia entrado no segundo tempo. A estrela do nosso goleiro Lucas Gideão começava a brilhar, na hora da cobrança, o jogador americano tenta mudar a batida e sua penalidade acaba esbarrando na trave direita. Nosso volante Igor Santana foi o encarregado de cobrar a terceira penalidade. Com uma forte batida no canto direito do goleiro americano, surgia o nosso terceiro gol! Virada Lusitana, 3x2 nos pênaltis.
Na quarta cobrança, a pressão aumentou para o batedor americano, que tinha de fazer o gol a qualquer custo para empatar a partida e evitar a derrota americana em seu estádio. Nosso goleiro, que no momento, percebeu o nervosismo do jogador americano, e com uma dose de confiança, apontou para o jogador americano o local que ele iria saltar. Isso de certa forma abalou ainda mais o lado mental do jogador americano, que já estava muito nervoso. Na cobrança, brilha a estrela de Lucas Gideão, que faz a defesa, mantendo o placar em 3x2 para a Lusa.
Com a defesa de Lucas Gideão, a responsabilidade passou de lado e foi para os pés do nosso atacante que havia entrado no segundo tempo, predestinado a ser o grande herói do título junto do nosso arqueiro Gideão, que fechou a baliza.
Leonardo Fernandes teve frieza e muita calma para cobrar e marcar o gol do título! 4x2 Lusa! CAMPEÃ ESTADUAL SUB-15 2011 SÉRIE ESPECIAL!
Não tive forças para poder correr no momento, apenas desabei em lágrimas e chorei bastante sozinho, distante dos jogadores e de toda a comissão técnica, que correram para o gol onde estávamos executando as cobranças das penalidades. Fiquei ali na grama, chorando e agradecendo muito a Deus por ter nos guiado do início ao fim para este triunfo tão sonhado e desejado! Levantei-me e fui abraçar jogador por jogador, agradecendo-os por tudo, o mesmo eu fiz com toda a comissão técnica, diretores, com o Vice de Futebol Amador Marcelo Barros e seu pai, o Presidente do clube Sr. João do Rego e a todos os pais, responsáveis e familiares de todos os nossos jogadores que compareceram ao estádio para torcer e nos prestigiar.
Foi um dia inesquecível, uma conquista imensurável, uma sensação inexplicável! Um momento que levarei na minha mente e principalmente, no meu coração! Aonde quer que eu vá! Para o resto da minha vida!




A. A. PORTUGUESA 1x0 AMÉRICA F. C.
CAMPEONATO CARIOCA PROFISSIONAL SÉRIE ESPECIAL SUB-15 2011
FINAL (jogo de ida)
Data Horário Dia Mandante Score Visitante Estádio25/set 09:00 Dom Portuguesa 1x0 América Luso Brasileiro
FINAL (jogo de ida)
Data Horário Dia Mandante Score Visitante Estádio25/set 09:00 Dom Portuguesa 1x0 América Luso Brasileiro

Escalação:
1 – Lucas Gideão; 2 – Igor Clemente, 3 – Felipe Marinho, 5 – Ricardo Monsores e 6 – Renato Modesto; 4 – Igor Santana, 8 – Wilson Martins e 7 – Jonathan William; 9 – Marlon Henrique, 10 – Leandro Braga e 11 – Welison Ferreira.
12 – Marlon Mendonça, 13 – Carlos Roberto, 14 – Bruno Nunes, 15 – Lucas Teixeira, 16 – Lucas Senna, 17 – Vitor Alves e 18 – Leonardo Fernandes.
S. A.: André Luiz, Danrley Xavier e Manzambi Manuel.
Sobre o jogo
Durante toda a semana, conversamos de maneira intensa sobre alguns aspectos que envolvem uma grande decisão de campeonato. A pressão era muito grande, pois, sabíamos que se tratava de um jogo inédito, um título que o clube ainda não possuía nesta categoria, mais um tabu dos muitos que conseguimos até o momento quebrar. E foi em cima dessa linha de raciocínio que construímos nossa conversa, explicando que no esporte, mais precisamente, no futebol, existem diversos tabus, recordes, que nos servem como um limite a ser alcançado e por que não, ultrapassado, todos eles foram feitos para serem quebrados e este seria apenas mais um, o mais difícil dos tabus, estava pra ter inicio.
Por mais que tenhamos trabalhado de uma maneira a não transparecer mais pressão que a ocasião já nos colocava, era complicado evitar o clima de ansiedade. Buscamos fazer uma semana de acertos, intensificando alguns ajustes no setor defensivo e aprimorando a pontaria do setor ofensivo.
Concentramo-nos no Sábado e assistimos ao filme Desafiando Gigantes, que de certa forma, mexeu com o brio dos atletas. Mas como em todo jogo de decisão, o clima era de tensão e nervosismo, mesmo antes do apito inicial, a final de contas, estamos trabalhando com jovens jogadores de 15 anos de idade, adolescentes que sonham e almeja um dia chegar ao profissional, se para um jogador que já conseguiu o objetivo de jogar profissionalmente é complicado atuar em uma decisão, o que devemos pensar que se passa na mente de um jovem?
E o grande dia estava começando. Na manhã do dia 25 de Setembro, estávamos em campo para o primeiro de dois grandes duelos contra a equipe do América F. C.. O Luso Brasileiro foi o palco da primeira partida, jogando em casa, diante de nossos familiares e da nossa torcida, estávamos convictos de que a história seria feita, escrita nas melhores páginas, e o penúltimo capítulo desse grande livro estava apenas começando.
Poucas vezes nesta competição, pudemos repetir a mesma escalação por dois jogos consecutivos e quis o destino que este fato fosse realizado justamente na fase decisiva da competição.
Com a mesma equipe e a mesma formação do jogo anterior contra o Bangu, em jogo válido pela semifinal, fomos para campo utilizando o sistema de jogo G-4-1-2-3. Nossa “face tática” durante a competição estava mais uma vez a prova, agora, na grande decisão.
Desde o inicio da partida, ditamos o ritmo do jogo, mas devido a uma certa dose de nervosismo, em alguns momentos pecamos na conclusão de jogadas fáceis, tornando o jogo perigoso, embora estivéssemos atuando em casa.
Aos poucos, fomos controlando a ansiedade e o nervosismo, conseguimos colocar a bola no chão e começamos a valorizar a posse de bola, trabalhando jogadas e criando oportunidades de bola parada próximo a grande área.

E na primeira jogada de bola parada, Leandro Braga, executou uma boa cobrança de falta, a bola raspou do travessão do goleiro adversário que nada poderia fazer caso a bola acertasse o ângulo.
A partir dai veio a chuva, com isso, as jogadas rápidas com transição direta começaram a ser mais freqüentes no jogo.
No intervalo técnico da primeira etapa, conversamos com a equipe a fim de ajustar alguns posicionamentos, principalmente o ofensivo, que pouco trabalhava em rotação, esquema de jogo muito utilizado pela nossa equipe em todo os campeonato e que não estávamos realizando na grande final.
Regressamos para o jogo mais dispostos, ignorando o fato de estar ventando e chovendo forte. Voltamos a trabalhar com a bola no chão, com dois toques e as jogadas de bola parada voltaram a surgir.
No fim do primeiro tempo, Renato Modesto passou em arco em direção a linha de fundo, Igor Santana viu, mas preferiu ludibriar a marcação adversária cortando pelo meio, passando a bola para Welison Ferreira, que após fazer a jogada de pivô, sofreu falta próximo a quina da grande área. Na hora da cobrança, pedi ao nosso meia Wilson Martins que comunicasse o outro meia, Jonathan William para ele executar a cobrança desta falta, mas de repente, algo aconteceu e Leandro Braga, que estava indo para a pequena área, saltar no primeiro poste, como fora trabalhado durante a semana neste tipo de jogada de bola parada, voltou e pediu para Jonathan William para ele realizar esta cobrança. Jonathan William olhou para mim e disse: “Professor, ele disse que vai fazer o gol!”, eu olhei para o Jonathan e respondi: “Bom, se ele está confiante a ponto de fazer o gol, então, deixa ele bater! Faz a passagem para arrastar a barreira e abrir para liberar o caminho da bola, valeu Jonathan?”. E assim foi, Leandro Braga colocou a bola e executou a cobrança, direto no gol, a bola entrou no canto, passando alguns centímetros da linha da baliza, foi “chorado”, mas a bola entrou! 1x0 Lusa!

Na comemoração, Leandro Braga veio até o banco, me deu um abraço e disse: “Eu não falei? Eu treinei essa cobrança a tarde inteira depois do treino!”, eu agradeci a Deus e falei para o Leandro que voltasse e que fizesse mais um gol!
Com mais este gol, Leandro Braga “Pitbull”, que já era líder absoluto no quadro de artilheiros da competição, chegava ao seu 22º gol em 20 partidas disputadas, uma média de 1,1 gol por jogo.
Após o gol, o árbitro apitaria o final da primeira etapa e no vestiário, o clima já estava calmo, menos apreensivo, este gol no fim do primeiro tempo nos deu uma dose a mais de ânimo, serviu para ajustar e controlar principalmente a parte psicológica de alguns jogadores, que ainda estavam nervosos, sentido a pressão de estar jogando uma decisão.
Voltamos para o segundo tempo com tudo, trocando passes rápidos, realizando jogadas em ala oposta e de lançamentos em espaço futuro por entre a zaga adversária.

A equipe adversária também voltou motivada a tentar o empate, no primeiro tempo, criaram poucas chances, se contentaram em se defender e balancear numa compactação com duas linhas de quatro jogadores.
Com a equipe vermelha se lançando ao ataque, surgiram mais espaços para jogar, as alas ofensivas estavam sempre descobertas e o setor direito foi o nosso forte na segunda etapa. Nosso lateral direito Igor Clemente chamou a responsabilidade e pelo seu lado, criou ótimas jogadas de ataque. Nosso volante Igor Santana, que no primeiro tempo avançou muito a frente, na segunda etapa resolveu segurar mais as investidas do adversário, indo até o meio de campo e ficando para sobrar com a nossa zaga, com isso, os espaços para a criação de jogadas no nosso meio de campo, ficaram para os meias Jonathan William e Wilson Martins, este último, começou a realizar trocas interessantes com o lateral direito Igor Clemente, alternando ultrapassagens em arco em jogadas de linha de fundo.
E este foi o panorama do jogo até o apito final, não fizemos uma partida excepcional, mas fizemos uma boa partida, que nos credenciou a vitória, largando na frente do América no jogo decisivo, levando a vantagem de jogar pelo empate no segundo jogo no estádio de Édson Passos na próxima semana.

Ao término do jogo, realizamos a nossa tradicional oração, agradecemos e pedimos a Deus para que nos desse mais uma vez a benção da vitória na próxima semana, para que nós pudéssemos nos consagrar, pela primeira vez, campeões do Campeonato Carioca SUB-15.
A. A. PORTUGUESA 3x3 BANGU A. C.
CAMPEONATO CARIOCA PROFISSIONAL SÉRIE ESPECIAL SUB-15 2011
Semifinal (volta)
Jogos
Data Horário Dia Mandante Score Visitante Estádio
18/set 15:00 Dom Portuguesa 3x3 Bangu Luso Brasileiro
18/set 15:00 Dom America 2x3 Americano CT Km 18

Escalação:
1 – Lucas Gideão; 2 – Igor Clemente, 3 – Felipe Marinho, 5 – Ricardo Monsores e 6 – Renato Modesto; 4 – Igor Santana, 8 – Wilson Martins e 7 – Jonathan William; 9 – Marlon Henrique, 10 – Leandro Braga e 11 – Welison Ferreira.
12 – Marlon Mendonça, 13 – Carlos Roberto, 14 – Bruno Nunes, 15 – Lucas Teixeira, 16 – Lucas Senna, 17 – Vitor Alves e 18 – Leonardo Fernandes.
S. A.: André Luiz, Danrley Xavier e Manzambi Manuel.
Sobre o jogo
Com a confiança em alta, devido ao excelente jogo realizado na última partida, entramos em campo obstinados a conquistar a vitória e a vaga para a grande decisão.
Devido ao péssimo primeiro tempo realizado na partida anterior, decidimos na semana, voltar a trabalhar com o sistema tático G-4-1-2-3. Já que, com a chegada do atacante Marlon Henrique, vindo do Botafogo, nosso ataque estava mais do que nunca forte e completamente encaixado com este sistema de jogo.

Desde o inicio do jogo, mostramos ao Bangu que eles não teriam vida fácil dentro da nossa casa.
Pressionando a equipe no seu campo de jogo, atuando a favor do vento, observamos a dificuldade do goleiro adversário em chutar a bola na cobrança do tiro de meta. Devido à força do vento, o goleiro adversário insistia em executar lançamentos altos e não rasantes, ou simplesmente tentar sair jogando com os zagueiros e laterais.
De tanto forçar na pressão, conseguimos encaixar uma boa jogada, ainda na parte central. Depois de roubar a bola, Jonathan William carregou a bola e tocou para Leandro Braga, que foi parado com falta na parte frontal de campo, a frente da linha central, mas uns 30, 35 metros afastados da meta adversária. Na cobrança da falta, Wilson Martins, que até então vinha fazendo excelentes partidas, mas não havia feito nenhum gol, deixou o seu de forma inusitada. A bola subiu e passou por toda a área, ganhando força com o vento que enganou o goleiro adversário, 1x0 Lusa!
Partimos para cima do Bangu, crescendo ainda mais na partida com o gol, depois do primeiro gol, criamos inúmeras chances de gol, acertamos a trave, entre outras chances não concretizadas na rede adversária.

De tanto investir, fomos premiados com o segundo gol. Depois de uma bela jogada individual, Wilson Martins, que havia desarmado o atacante adversário no nosso campo de jogo, carregou a bola e tabelou com Jonathan William, este passou para Igor Santana que executou um perfeito lançamento para Leandro Braga, que correu e chegou na bola antes do goleiro adversário, este, vendo outra alternativa, derrubou o nosso atacante na área, pênalti! Na cobrança, o próprio Leandro Braga bateu e chegou ao seu 21º gol na competição em 19 jogos disputados, artilheiro mais que isolado do campeonato, 2x0 Lusa!

Chegamos ao vestiário com a moral elevada, percebi, por alguns instantes que isso era bom, ao mesmo, parecia ruim, pois, este sentimento em de confiança em demasiado às vezes nos leva a desconcentração, a perder o foco dentro do jogo.
Conversamos de forma intensa, tentei ao máximo não deixar a equipe cair no sentimento de “já ganhamos”, alertando-os que o placar de 2x0 era perigoso, um resultado onde um gol do adversário, serve para acender de vez o adversário, trazendo-o de volta ao jogo.
Dito e feito, no início da segunda etapa, depois de uma boa trama, a equipe do Bangu conseguia chegar ao primeiro gol, em um lance de desatenção do nosso setor defensivo, 2x1.
O gol não esfriou a nossa equipe, que em um lance de bola parada, jogada que era fortemente trabalhada no nosso cotidiano, pode alcançar o terceiro gol com Marlon Henrique, o segundo gol do atacante em dois jogos, 3x1 Lusa.

A partir disso, o adversário passou a se fechar, e buscar saídas ofensivas apenas em bolas alçadas de forma direta, através dos zagueiros e volantes que chutavam a bola para frente.
E em uma jogada inesperada, após uma cobrança de falta, a equipe do Bangu chegava ao segundo gol na partida e de novo, de bola parada.
Este gol animou a equipe adversária, que passou a investir mais no jogo. Com isso, passamos a dosar mais as investidas ofensivas o que nivelou a partida, tornando-a ainda mais intensa.
No fim do jogo, um duro golpe, após uma cobrança de escanteio, nosso sistema defensivo parou e assistiu a bolar passar diante da área, o resultado não podia ser outro senão o gol adversário, com uma cabeçada certeira, o atacante Rodrigo, número 10 empatou a partida nos acréscimos, 3x3.
Nestas circunstâncias, certas dúvidas e incertezas vêm diante das nossas mentes, porém, procurei ignorá-las e elevei meu pensamento somente a Deus e a coisas positivas. Procuramos passar tranqüilidade sem dar uma dose de adrenalina na equipe, a fim de ligá-la e prepará-la para as cobranças das penalidades que estavam para começar.
Depositamos toda confiança em Deus, oramos e pedimos para que ele nos guiasse mais uma vez para a vitória, que nos mostrasse onde deveríamos cobrar as penalidades, onde o nosso goleiro deveria saltar para defendê-los. E Deus nos atendeu! Vencemos a partida nas penalidades por 4x2! Passamos adiante, chegamos a tão sonhada e desejada FINAL!
BANGU A. C. 1x1 A. A. PORTUGUESA
CAMPEONATO CARIOCA PROFISSIONAL SÉRIE ESPECIAL SUB-15 2011
Semifinal (ida)
Jogos
Data Horário Dia Mandante Score Visitante Estádio
11/set 15:00 Dom Bangu 1x1 Portuguesa Moça Bonita
11/set 15:00 Dom Americano 0x1 América Godofredo Cruz
Jogos
Data Horário Dia Mandante Score Visitante Estádio
11/set 15:00 Dom Bangu 1x1 Portuguesa Moça Bonita
11/set 15:00 Dom Americano 0x1 América Godofredo Cruz

Escalação:
1 – Lucas Gideão; 2 – Igor Clemente, 3 – Felipe Marinho, 5 – Ricardo Monsores e 6 – Lucas Senna; 4 – Igor Santana, 9 – Bruno Nunes, 8 – Wilson Martins e 7 – Jonathan William; 10 – Marlon Henrique e 11 – Welison Ferreira.
12 – Marlon Mendonça, 13 – Carlos Roberto, 14 – Lucas Barreto, 15 – Renato Modesto, 16 – Vitor Alves, 17 – Lucas Teixeira e 18 – Leonardo Fernandes.
S. A.: André Luiz, Danrley Xavier e Manzambi Manuel.
Sobre o jogo
Em uma tarde nublada, com forte ameaça de chuva, visitamos o histórico estádio de Moça Bonita para enfrentar os donos da casa, o Bangu A. C..
Até o presente momento, vínhamos atuando num constante G-4-2-1-3, por vezes, num G-4-2-3-1, em geral, derivávamos entre sistemas variáveis da plataforma de jogo G-4-3-3. Porém, devido a circunstancia, tivemos de trabalhar em cima de outro sistema de jogo, sistema este que utilizamos bem no decorrer da competição, variando sempre dentro de algumas partidas, só que agora, começaríamos jogando em cima dele, o G-4-4-2.

No início do jogo, devido ao forte nervosismo e a pressão que o clima do jogo exerceu nossos atletas não estavam conseguindo atuar de forma coesa dentro do campo de jogo. Por vários momentos, sofremos perigo de gol. Nosso goleiro Lucas Gideão vinha se destacando, fechando a baliza.
Sabíamos da dificuldade que iríamos encontrar enfrentando o Bangu fora de casa, porém, não estávamos contando em jogar contra um grupo bem forte, de alto índice técnico, principalmente no meio de campo, vale destacar aqui a postura de jogo e a desenvoltura técnica de alguns jogadores da equipe do Bangu: o número 8, Moisés e o número 10, Rodrigo, este, autor de um belíssimo gol chutando a bola ainda no ar, de primeira, no ângulo, sem chances para o nosso arqueiro Lucas Gideão. Enfim, ambos, jogadores de qualidade refinada que dominaram por completo todas as ações de jogo na primeira etapa.
No segundo tempo, a história mudou. Despertamos para o jogo com algumas alterações realizadas no intervalo de jogo. Nosso setor esquerdo foi o verdadeiro “caminho das pedras” do Bangu no primeiro tempo.

Por este setor, a equipe da zona oeste carioca criou as melhores oportunidades de gol no primeiro tempo. Mas com a entrada de Renato Modesto, que tem como função a lateral direita, cumpriu e bem o setor, sendo um dos destaques do jogo pela sua grande atuação no segundo tempo.
Com a entrada de Renato Modesto na lateral esquerda, mais a saída de Bruno Nunes, que estava desatento e não vinha fazendo um bom jogo e com isso, deu lugar ao meia armador Lucas Teixeira, que colaborou e muito com a mudança do panorama do jogo na segunda etapa.
Passamos a neutralizar todas as investidas ofensivas do Bangu, reduzimos os espaços, apertando a marcação, subindo a primeira linha de quatro do meio de campo para frente, no campo de jogo do adversário, um risco que tínhamos que correr se quiséssemos empatar o jogo e levar essa vantagem para casa no segundo jogo.

E com este pensamento de jogo, ofensivo, de agredir o adversário com uma forte pressão no seu próprio campo de jogo, de certa forma, contrariou alguns que estavam assistindo a partida nas arquibancadas (e isso veio à tona depois na resenha pós-jogo), conseguimos buscar o empate.

Após um excelente lançamento do meia que acabara de entrar, Lucas Teixeira para a corrida e finalização com frieza do estreante Marlon Henrique, que após receber a bola, dominou e tocou de leve, por cima do goleiro adversário, o empate merecido, não pelo primeiro tempo, mas pela brilhante segunda etapa, 1x1 e a garantia de saber que com qualquer resultado de vitória, estaríamos classificados para tão sonhada final.
A. A. PORTUGUESA 2x1 AMERICANO F.C.
CAMPEONATO CARIOCA PROFISSIONAL SÉRIE ESPECIAL SUB-15 2011
6ª Rodada
Jogos
Data Horário Dia Mandante Score Visitante Estádio
05/set 15:00 Dom Condor 0x1 Friburguense Heliópolis
05/set 15:00 Dom Portuguesa 2x1 Americano Luso Brasileiro
6ª Rodada
Jogos
Data Horário Dia Mandante Score Visitante Estádio
05/set 15:00 Dom Condor 0x1 Friburguense Heliópolis
05/set 15:00 Dom Portuguesa 2x1 Americano Luso Brasileiro

Escalação:
1 – Marlon Mendonça; 2 – Renato Modesto, 3 – Felipe Marinho, 5 – Carlos Roberto e 6 – Lucas Senna; 4 – Igor Santana, 8 – Bruno Nunes, 9 – Lucas Teixeira e 7 – Vitor Alves; 10 – Leandro Braga e 11 – Welison Ferreira.
12 – Lucas Gideão, 13 – Rafael Souza, 14 – Lucas Barreto, 15 – Danrley Xavier, 16 – Jonathan William, 17 – Leonardo Fernandes e 18 – Manzambi Manuel.
S. A.: André Luiz.
Sobre o jogo
Em jogo válido pela última rodada do returno do Campeonato Carioca SUB-15 Série Especial, encaramos novamente a equipe do norte fluminense, o Americano em casa.
Com muitos desfalques, praticamente os mesmos que não atuaram contra o Condor, nossa equipe entrou em campo determinada a conquistar mais uma vitória para encerrar a fase de grupos com chave de ouro.
Utilizando o sistema de jogo G-4-2-1-3, que já vinha sendo utilizado a alguns jogos e aos poucos, já estava se tornando a nossa “face tática” dentro da competição.

Com o jogo rolando, vimos a equipe do Americano surpreender logo no início do jogo com um gol em uma jogada rápida de contra-ataque. Após uma investida ofensiva da nossa equipe, que parou nas mãos do goleiro adversário, o mesmo realizou um belo lançamento, ligando a bola direto ao ataque. Nossa zaga estava descoberta e não pode evitar o resultado final da jogada, gol do Americano.
Atrás do placar, nossa equipe acordou na partida e começou a criar oportunidades claras de gol.
A primeira chance de gol surgiu após a parada técnica. Renato Modesto, nosso lateral direito na partida, viu a ultrapassagem de Lucas Teixeira em diagonal e executou um lançamento perfeito para o mesmo, que teve de dominar de cruzar na área, a bola foi desviada com um leve toque por Leandro Braga, que por pouco, não empata a partida.
Na retomada da bola, o lance seguinte foi uma oportunidade ainda mais clara de gol. Vitor Alves arrancou pelo meio de campo, seguiu a frente e passou para Welison Ferreira, que dominou, driblou e bateu forte, no canto do goleiro que desviou a bola com a ponta do dedo.
Na cobrança de escanteio, mais uma chance, agora, com a nossa forte bola aérea. Felype Marinho subiu mais que todos os zagueiros adversários e por pouco a bola, que foi desviada de cabeça não encontrou as redes do gol adversário.
Nossa equipe dominava todas as ações, o gol do Americano literalmente acendeu a nossa equipe, que buscou desde então o gol a todo custo.
E quem espera, sempre alcança e nós alcançamos. O gol do empate veio após uma bela jogada de Renato Modesto pela direita. Nosso lateral foi ao fundo e tocou para trás, Lucas Teixeira teve tempo para ver a passagem de Lucas Senna, que nem precisou saltar para cabecear a bola para o fundo das redes, 1x1.

Na segunda etapa, mantivemos a forte marcação, pressionando as ações adversárias em todo o campo. E assim como fora no primeiro tempo, continuamos a perder ótimas chances de gol.
O nervosismo e a ansiedade começaram a tomar conta de alguns jogadores e estes fatores estavam interferindo no desempenho do conjunto de uma maneira em geral.
Após a parada técnica, esfriamos os ânimos, sem deixar a chama da vitória se apagar. Com a mente centrada, conseguimos colocar a bola no chão e executar boas jogadas no ataque.

Em um contra-ataque bem articulado, Lucas Teixeira, destaque da partida, viu o rápido deslocamento de Leandro Braga. A bola foi lançada com precisão, nos pés do nosso atacante, que dominou e só parou na falta do goleiro, penalidade máxima! Na cobrança, Leandro Braga converteu mais um gol para sua coletânea, “vira-vira lusitano!”, 2x1 Lusa!
Com o resultado, fechamos a fase de grupos de forma invicta, conquistando 17 pontos de 18 pontos possíveis, a melhor campanha dos grupos da competição. Uma campanha digna de uma futura e possível equipe campeã!
A. A. PORTUGUESA 4x1 CONDOR A.C.
CAMPEONATO CARIOCA PROFISSIONAL SÉRIE ESPECIAL SUB-15 2011
6ª Rodada
Jogos
Data Horário Dia Mandante Score Visitante Estádio
05/set 15:00 Dom Condor 0x1 Friburguense Heliópolis
05/set 15:00 Dom Portuguesa 2x1 Americano Luso Brasileiro

Escalação
1 – Lucas Gideão; 2 – Renato Modesto, 3 – Felipe Marinho, 5 – Carlos Roberto e 6 – Lucas Senna; 4 – Rafael Souza, 9 – Bruno Nunes, 7 – Jonathan William e 10 – Lucas Teixeira; 8 – Vitor Alves e 11 – Leonardo Fernandes.
12 – Marlon Mendonça, 13 – André Luiz, 14 – Lucas Barreto, 15 – Christian Souza, 16 – Levi Rodrigues, 17 – Danrley Xavier e 18 – Manzambi Manuel.
S. A.: Bruno Gabriel.
Sobre o jogo
Depois de um seguimento de três jogos fora de casa, enfim, voltamos a atuar na nossa casa. Em jogo válido pela 5ª rodada do returno, enfrentamos novamente a equipe do Condor A. C.. A vitória nos classificaria para a próxima fase da competição de forma antecipada, sabendo disso, treinamos forte durante toda semana, focados nos três pontos e na possível classificação antecipada.
Entramos em campo com alguns desfalques, já que o nosso lateral Igor Clemente, junto do nosso zagueiro e capitão Ricardo Monsores, mais os volantes Wilson Martins e Igor Santana, que subiram para atuar na equipe do juvenil, o nosso atacante e artilheiro Leandro Braga, expulso no jogo anterior diante do Friburguense, não pode jogar contra o Condor e por fim, nosso atacante brigador Welison Ferreira, que estava em processo de recuperação depois de um problema na região do púbis, também desfalcou a equipe.
Mesmo com todos os desfalques, entramos em campo dispostos a mostrar que tínhamos um grupo sólido, forte o suficiente para superar todo tipo de obstáculo.
Atuamos de forma ofensiva, utilizando o G-4-1-2-3 como sistema de jogo, contrariando as expectativas devido às circunstâncias que se davam a ocasião.

Começamos o jogo de forma avassaladora, não deixando a equipe adversária tocar na bola. Com menos de 5 minutos de jogo, abrimos o placar, após bela jogada de Lucas Teixeira, que conduziu a bola pelo centro de campo e lançou em profundidade, no espaço futuro para a bela execução no canto do goleiro do nosso meia/atacante Vitor Alves, 1x0 Lusa!
Dominando o jogo por completo, a equipe adversária limitou-se a jogar no seu próprio campo de jogo, porém, com a forte pressão imposta pela nossa equipe, o time adversário encontrava-se cercado, sem opções de saída.

Após a parada técnica, ajustamos alguns erros de passe e conclusão em gol de forma precipitada e logo na volta, conseguimos chegar ao segundo gol com nosso zagueiro Carlos Roberto, que aproveitou o rebote do goleiro após a forte cabeçada de Felype Marinho, 2x0 Lusa!
No segundo tempo, o enredo foi o mesmo, marcação pressão, forçamos ainda mais o erro adversário, as bolas chutadas pela zaga adversária eram facilmente dominadas no meio-de-campo pelos volantes e meias, que tinham tempo para pensar e executar as jogadas.
Em um bonito lance, Lucas Teixeira, que fazia a sua estréia naquela tarde, conduziu a bola em velocidade, arrastou a marcação adversária e da entrada da área, deslocou o goleiro adversário para fazer o terceiro gol.

Continuamos no ataque, criando inúmeras chances de gol, porém, esbarrávamos na ansiedade e no goleiro adversário, que fez uma boa partida. Em um contra-ataque rápido, quase chegamos ao quarto gol com Leonardo Fernandes, que acertou a trave depois de chutar bonito no canto do gol, no prosseguimento da jogada, vimos à equipe do Condor fazer seu gol de honra com o bom jogador Christian, volante de qualidade e força.
O gol não esfriou nossa equipe, ao contrário, só serviu para dar mais ânimo e vontade de fazer mais gols. E foi em um lance inusitado, perante as diversas jogadas trabalhadas que saiu o quarto gol. Bruno Nunes, que passou a jogar na ala esquerda depois da saída do lateral esquerdo Lucas Senna, foi ao fundo e cruzou para a área, a bola ganhou efeito, bateu na trave e foi para o fundo das redes, 4x1 Lusa!
A vitória e os três pontos estavam mais do que garantidos e depois do apito final, a festa com a classificação antecipada para as semifinais tomou conta do campo do Luso Brasileiro.
FRIBURGUENSE A.C. 1x1 A. A. PORTUGUESA
CAMPEONATO CARIOCA PROFISSIONAL SÉRIE ESPECIAL SUB-15 2011
RETURNO
4ª Rodada
Jogos
Data Horário Dia Mandante Score Visitante Estádio
21/ago 15:00 Dom Friburguense 1x1 Portuguesa Eduardo Guinle
21/ago 15:00 Dom Condor 1x0 Americano Heliópolis

Escalação:
1 – Lucas Gideão; 2 – Igor Clemente, 3 – Felipe Marinho, 5 – Ricardo Monsores e 6 – Lucas Senna; 4 – Igor Santana, 9 – Bruno Nunes, 8 – Wilson Martins e 7 – Jonathan William; 10 – Leandro Braga e 11 – Leonardo Fernandes.
12 – Marlon Mendonça, 13 – Carlos Roberto, 14 – Lucas Barreto, 15 – Rafael Souza, 16 – Danrley Xavier, 17 – Vitor Alves e 18 – Manzambi Manuel.
S. A.: André Luiz.
Sobre o jogo
Na abertura do returno, subimos novamente a serra fluminense para encarar mais uma vez a guerreira equipe do Friburguense, que buscava a qualquer custo a reabilitação no campeonato.
Liderando o grupo, nossa equipe que vinha de uma forte série de jogos, já que disputávamos duas competições no mesmo período, o Campeonato Carioca e a Copa da Amizade Brasil x Japão SUB-15, fez uma boa semana de trabalho, visando mais a recuperação, com treinos regenerativos a fim de recuperar e manter a forma física da equipe, fator que até então vem sendo primordial na nossa campanha dentro do campeonato.

Começamos o jogo adotando o G-4-2-3-1 como plataforma tática, jogando com uma marcação em meia pressão, já que o campo do Friburguense não possui dimensões tão grandes, oferecendo um jogo mais dinâmico, propício a jogadas rápidas e de ligações diretas.
O adversário já era conhecido, enfrentamos a equipe do Friburguense na primeira fase da competição. Sabíamos que as jogadas de transição rápida e direta seriam as armas da equipe tricolor da serra.
Conseguimos impor nosso jogo, dominamos as ações de investida do adversário, que insistia nas bolas áreas, sempre visando seus dois atacantes. Porém, em um lance polêmico, nosso lateral Lucas Senna, que tinha a bola dominada e saia para o jogo, buscando ligar o contra-ataque, foi empurrado, mas o árbitro da partida nada marcou, o lance seguiu e nosso time parou reclamando da jogada, já que um dos assistentes levantou a bandeira, assinalando irregularidade na jogada, o árbitro ainda assim negou e deixou o lance correr, resultado: gol do Friburguense.
Atrás do placar, vimos à equipe adversária recuar e passar a jogar atrás da linha da bola, usando chutões e buscando as jogadas de ligação direta. Foi formada uma linha de 4 jogadores no meio-de-campo e outra com 5 jogadores na defesa e apenas um atacante, que ficava mais a frente, próximo dos nossos zagueiros, um verdadeiro "ferrolho".
Não desistimos do jogo e com paciência, trocando passes e fazendo a bola girar de um lado ao outro, começamos a encontrar “buracos” no bloqueio adversário.

Criamos duas excelentes oportunidades antes da parada técnica, uma pelo lado direito com nosso lateral Igor Clemente, que foi ao fundo e cruzou para Leandro Braga, que desviou de carrinho, a bola passou rente a trave do goleiro adversário. A outra grande chance veio com o nosso meia armador Jonathan William, que recebeu a bola do nosso volante Wilson Martins e avançou pelo corredor direito em direção ao gol, executando um bom chute cruzado, que foi desviado com a ponta do dedo pelo goleiro adversário.
A pressão continuou depois da parada técnica e não demorou muito para sair o empate. Depois de uma boa jogada, bem trabalhada nos treinamentos diários, Wilson Martins realizou um belo lançamento em diagonal, Leandro Braga passou no arco, por trás da zaga adversária, dominou, avançou em direção ao gol e deslocou o goleiro com um leve toque na bola, golaço! 1x1.
No segundo tempo a emoção continuou, porém, o destaque negativo da partida foi à arbitragem. Creio que a arbitragem é um fator determinante em uma partida de futebol, se o quarteto escolhido para conduzir o jogo não está em um bom dia, com certeza, não veremos boas coisas. E foi o que aconteceu no segundo tempo de jogo.
Com expulsões para ambos os lados, muita reclamação e polêmicas, o período final, que tinha tudo para ser tão bom quanto o primeiro período, acabou marcado por lances de jogadas ríspidas e violentas. O resultado final foi mesmo o empate, com isso, fomos para as penalidades e levamos o ponto extra, vencendo por 3x0.
Apesar de tudo, voltamos para casa com dois preciosos pontos, chegando aos 11 pontos de 12 pontos disputados, a tão sonhada classificação para a fase semifinal estava bem próxima.
AMERICANO F. C. 0x3 A. A. PORTUGUESA
CAMPEONATO CARIOCA PROFISSIONAL SÉRIE ESPECIAL SUB-15 2011
2º FASE - TURNO
3ª Rodada
Jogos
Data Horário Dia Mandante Score Visitante Estádio
14/ago 15:00 Dom Americano 0x3 Portuguesa Ari de Oliveira
14/ago 15:00 Dom Friburguense 4x1 Condor Eduardo Guinle
Escalação:
1 – Lucas Gideão; 2 – Igor Clemente, 3 – Felipe Marinho, 5 – Ricardo Monsores e 6 – Lucas Senna; 9 – Weverton Andrade, 4 – Bruno Nunes, 8 – Wilson Martins e 7 – Vitor Alves; 10 – Leandro Braga e 11 – Leonardo Fernandes.
12 – Marlon Mendonça, 13 – Carlos Roberto, 14 – Lucas Barreto, 15 – Rafael Soares, 16 – Danrley Xavier e 18 – Manzambi Manuel.
Sobre o jogo
Depois de uma seqüência de dois jogos consecutivos, um no Sábado e outro na Sexta-feira, ambos pela Copa da Amizade Brasil x Japão SUB-15 2011, viajamos quatro horas e meia para chegar a Campos e enfrentar o Americano, uma verdadeira maratona de jogos.
Sob forte calor e tempo seco, nossa equipe ignorou o cansaço e seguiu firme em busca dos três pontos, mesmo atuando fora de casa.
Este seria o nosso primeiro desafio contra uma equipe vinda da primeira divisão, já que o Americano, junto do Bangu e do América desceram para série especial.
Sabendo das dificuldades que encontraríamos (desgaste da viagem, calor, parte física, torcida adversária, etc.), conversamos bastante antes do início da partida e resolvemos atuar de forma centrada, neutralizando as jogadas adversárias com uma marcação em linha 2, pouco adiantada, a frente da linha central do campo de jogo, optamos por iniciar o jogo no sistema tático G-4-2-3-1.

No primeiro tempo de jogo, observamos de primeira, a dificuldade do setor defensivo em sair jogando e também, o goleiro adversário não conseguia executar o tiro de meta com precisão, a bola poucas vezes passou da linha central de campo, com isso, apertamos a marcação, forçando o erro do adversário no seu próprio campo. E assim surgiu o primeiro gol do jogo. Após uma boa roubada de bola do nosso volante-meia Wilson Martins no meio-de-campo, Vitor Alves passou em diagonal, por trás da zaga adversária, Wilson viu e serviu um belo passe, Vitor teve tempo para dominar e escolher o canto, 1x0 Lusa!

Ainda no primeiro tempo, após jogada ensaiada em cobrança de tiro livre, Lucas Senna cobrou com perfeição para Ricardo Monsores, que desviou de cabeça, fora do alcance do goleiro adversário, golaço, 2x0 Lusa!
No segundo tempo, nossa equipe começou a demonstrar sinais de cansaço. O clima quente, o desgaste da viagem, a seqüência forte de dois jogos nos dois dias anteriores a partida começaram a pesar dentro de campo.
Mesmo com o fator físico comprometido, nossa equipe foi inteligente e passou a valorizar a posse de bola tanto no próprio campo, quanto no campo adversário. O adversário, que não via canais de investimento para poder reagir no jogo, começou a entrar no nosso jogo e passou a revidar na violência.
Com o time praticamente pendurado no cartão amarelo, foi questão de tempo para o primeiro jogador do Americano ser expulso. Depois de um conjunto de dribles, Wilson Martins forçou e conseguiu tirar um dos zagueiros adversários do jogo.
Ao invés de acalmar os ânimos do adversário, a expulsão só serviu para aumentar as jogadas mais ríspidas e violentas dentro de campo. O primeiro volante adversário, que já demonstrava sinais de nervosismo desde o início do jogo, entrou de maneira imprudente no nosso lateral direito Igor Clemente e também foi expulso.

Com dois jogadores a mais, jogando melhor desde o apito inicial, nossa equipe consolidou a vitória após um belo chute de fora da área do nosso atacante artilheiro Leandro Braga, 3x0 Lusa!
Uma vitória jogando na bola, uma verdadeira lição de espírito de grupo, de superação, começava aqui, os fortes sinais de que o título do campeonato não era mais um sonho, estava aos poucos se tornando realidade.
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
CONDOR A. C. 2x5 A. A. PORTUGUESA
CAMPEONATO CARIOCA PROFISSIONAL SÉRIE ESPECIAL SUB-15 2011
2º FASE - TURNO
2ª Rodada
Jogos
Data Horário Dia Mandante Score Visitante Estádio
10/ago 15:00 Dom Friburguense 1x1 Americano M. Bom Jardim
07/ago 15:00 Dom Condor 2x5 Portuguesa Luso Brasileiro
Data Horário Dia Mandante Score Visitante Estádio
10/ago 15:00 Dom Friburguense 1x1 Americano M. Bom Jardim
07/ago 15:00 Dom Condor 2x5 Portuguesa Luso Brasileiro

Escalação:
1 – Lucas Gideão; 2 – Igor Clemente, 3 – Felipe Marinho, 5 – Ricardo Monsores e 6 – Lucas Senna; 4 – Bruno Nunes, 8 – Wilson Martins, 9 – Levi Rodrigues e 7 – Jonathan William; 10 – Leandro Braga e 11 – Leonardo Fernandes.
12 – Marlon Mendonça, 13 – Carlos Roberto, 14 – Lucas Barreto, 15 – Rafael Soares, 16 – Danrley Xavier, 17 – Vitor Alves e 18 – Manzambi Manuel.
S. A.: Rafael Souza.
Sobre o jogo
Em uma tarde quente em Belford Roxo, baixada fluminense, encaramos a brava equipe do Condor A. C., que buscava sua reabilitação dentro do campeonato, depois de perder para o Americano em Campos, por 3x0.
Apesar de atuar fora de casa, treinos na semana, duas hipóteses: a primeira seria que a equipe adversária, faria um jogo duro, viria para cima a fim de decidir o jogo, jogando de maneira bem ofensiva. A segunda hipótese, o contrário, adversário jogando fechado, bem compacto, atuando nos contra-ataques.
Entramos em campo utilizando o sistema de jogo G-4-2-1-3, estudando a equipe adversária, marcando próxima a linha central do campo de jogo.

Apesar do péssimo estado do gramado, nossa equipe conseguia trabalhar nos dois toques, valorizando a posse de bola no campo do adversário.
Após uma boa transição ofensiva, Igor Clemente, nosso lateral direito cortou pelo meio e passou para Leandro Braga, que correu no arco, em direção à linha de fundo, mas antes de chegar lá, foi derrubado próximo a linha lateral. Na cobrança de falta, Lucas Senna (Sorín), que havia trabalhado intensamente durante toda a semana este tipo de lance livre, cobrou em direção ao gol, a bola ganhou efeito e foi direto no gol, golaço!1x0 Lusa!

Na frente do placar, nossa equipe começou a dominar todas as ações no campo de jogo, seja no setor ofensivo, seja no setor defensivo. Não demorou muito, e após uma jogada ensaiada de escanteio, Jonathan William cobrou com perfeição na cabeça de Felype Marinho, que ampliou para 2x0.
O terceiro gol surgiu após uma jogada bem trabalhada que começou no setor defensivo com Ricardo Monsores, nosso capitão recebeu e girou a bola para a esquerda, na direção de Lucas Senna, que dominou e tocou para Wilson Martins, o meia avançou e passou para Jonathan William, que serviu de primeira para Levi Rodrigues avançar, driblar dois adversários e bater com precisão na bola, que viajou rumo ao ângulo do goleiro adversário, golaço! 3x0 Lusa!

Mesmo com o placar elástico, não perdemos o foco e continuamos em busca de mais gols. E o quarto gol saiu após outra jogada ensaiada de escanteio. Novamente, Jonathan William cobrou com perfeição agora na cabeça de Leandro Braga, que cabeceou forte, no canto do goleiro adversário, 4x0 Lusa!

No fim do primeiro tempo, após um lance de infelicidade do nosso goleiro Lucas Gideão, nosso adversário chegou ao primeiro gol na cobrança de pênalti do bom jogador Douglas, 4x1.
No segundo tempo, continuamos marcando em cima, no campo de jogo do adversário, que não encontrava espaço para jogar e com isso, realizava passes forçados em ligação direta, facilitando a nossa reorganização ofensiva.
E o quinto gol surgiu após uma tentativa de ligação direta por parte da zaga adversária, a bola parou pouco depois da linha central do campo, no nosso campo de jogo, Bruno Nunes dominou a bola e mostrou ter uma ótima visão de jogo ao servir Leandro Braga, que teve tempo de dominar e driblar o zagueiro e o goleiro no mesmo drible para depois concluir de esquerda, no ângulo, golaço! 5x1 Lusa!
Novamente, no fim do jogo de pênalti, levamos o segundo gol, mas já era tarde para qualquer tentativa de reação por parte do adversário. 5x2, vitória por goleada e mais três pontos no campeonato.
Apesar de atuar fora de casa, treinos na semana, duas hipóteses: a primeira seria que a equipe adversária, faria um jogo duro, viria para cima a fim de decidir o jogo, jogando de maneira bem ofensiva. A segunda hipótese, o contrário, adversário jogando fechado, bem compacto, atuando nos contra-ataques.
Entramos em campo utilizando o sistema de jogo G-4-2-1-3, estudando a equipe adversária, marcando próxima a linha central do campo de jogo.

Apesar do péssimo estado do gramado, nossa equipe conseguia trabalhar nos dois toques, valorizando a posse de bola no campo do adversário.
Após uma boa transição ofensiva, Igor Clemente, nosso lateral direito cortou pelo meio e passou para Leandro Braga, que correu no arco, em direção à linha de fundo, mas antes de chegar lá, foi derrubado próximo a linha lateral. Na cobrança de falta, Lucas Senna (Sorín), que havia trabalhado intensamente durante toda a semana este tipo de lance livre, cobrou em direção ao gol, a bola ganhou efeito e foi direto no gol, golaço!1x0 Lusa!

Na frente do placar, nossa equipe começou a dominar todas as ações no campo de jogo, seja no setor ofensivo, seja no setor defensivo. Não demorou muito, e após uma jogada ensaiada de escanteio, Jonathan William cobrou com perfeição na cabeça de Felype Marinho, que ampliou para 2x0.
O terceiro gol surgiu após uma jogada bem trabalhada que começou no setor defensivo com Ricardo Monsores, nosso capitão recebeu e girou a bola para a esquerda, na direção de Lucas Senna, que dominou e tocou para Wilson Martins, o meia avançou e passou para Jonathan William, que serviu de primeira para Levi Rodrigues avançar, driblar dois adversários e bater com precisão na bola, que viajou rumo ao ângulo do goleiro adversário, golaço! 3x0 Lusa!

Mesmo com o placar elástico, não perdemos o foco e continuamos em busca de mais gols. E o quarto gol saiu após outra jogada ensaiada de escanteio. Novamente, Jonathan William cobrou com perfeição agora na cabeça de Leandro Braga, que cabeceou forte, no canto do goleiro adversário, 4x0 Lusa!

No fim do primeiro tempo, após um lance de infelicidade do nosso goleiro Lucas Gideão, nosso adversário chegou ao primeiro gol na cobrança de pênalti do bom jogador Douglas, 4x1.
No segundo tempo, continuamos marcando em cima, no campo de jogo do adversário, que não encontrava espaço para jogar e com isso, realizava passes forçados em ligação direta, facilitando a nossa reorganização ofensiva.
E o quinto gol surgiu após uma tentativa de ligação direta por parte da zaga adversária, a bola parou pouco depois da linha central do campo, no nosso campo de jogo, Bruno Nunes dominou a bola e mostrou ter uma ótima visão de jogo ao servir Leandro Braga, que teve tempo de dominar e driblar o zagueiro e o goleiro no mesmo drible para depois concluir de esquerda, no ângulo, golaço! 5x1 Lusa!
Novamente, no fim do jogo de pênalti, levamos o segundo gol, mas já era tarde para qualquer tentativa de reação por parte do adversário. 5x2, vitória por goleada e mais três pontos no campeonato.
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